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Queime vaca, queime! – Star Wars

Por Jacques

Star Wars não tem nada de original.

Se mudassem o nome para “Trash Wars” ou “Clichê Wars”, daria na mesma.

Do hiperespaço tirado da dobra espacial de Star Trek (ou qualquer outra série anterior a ela) ao sabre de luz tirado da espada mágica de tantas outras histórias, é tudo cópia xerocada mal feita.

Se fosse só esse o problema, tudo bem, mas o Grupinho do Bem lutando contra o Grupinho do Mal e o Bem vencendo no final (ah, se tivesse final…), como desenho dos Ursinhos Carinhosos ou longa metragem da Disney da década de 50?

Aí é dose…

Star Wars só fez sucesso por um simples motivo: inovação tecnológica, já que, em 1977, navezinha miniatura cheia de querosene explodindo era novidade.

Em 1977.

Quando assisti O Império Contra Ataca, no Supercine, em 1987, eu achei o filme a coisa mais incrível, estupidesca e fantabulosa da minha vida.

É óbvio que eu era apenas um adolescente que não tinha assistido nem lido nada de construtivo e me impressionava facilmente com qualquer coisa relativamente mediana.

Hoje, depois de assistir a filmes de verdade e ler um bocado de tudo, eu vejo Star Wars como ela realmente é: um produto feito para ser consumido e descartado.

Não há NENHUM personagem de Star Wars que não seja um estereótipo de lenda folclórica, novela mexicana ou conto de fadas; e eles são tão profundos quanto letra de música sertaneja.

Só para citar alguns exemplos: Obi Wan Kenobi é o Mestre que treina o debilóide (no caso, Luke Skywalker, que vive em uma “galáxia distante”, mas tem nome em inglês… normal), que se tornará o Herói e não conta a verdade para ele porque, se fizesse isso, não se teria filme nenhum.

Luke Skywalker é o estereótipo do adolescente loser norte-americano que sabe que trabalhará a vida toda numa lanchonete ou posto de gasolina, mas sonha com um lugar e uma vida melhor (dá para imaginar quantos manés se identificaram com isso ao assistirem o Episódio IV).

Han Solo é o amigo bad boy, fanfarrão e contrariado do Herói, que o ensina que fazer o que se deve nem sempre combina com fazer o que é certo.

C3-PO e Jar Jar Binks (uma cópia do Pateta… nem o colete escapou) são os personagens engraçados (ou, pelo menos, tentam ser).

R2 D2 é aquele bichinho de estimação que fica sempre no ombro do herói, que foge quando ele é capturado para depois roubar a chave para tirá-lo da masmorra.

A Princesa (fala sério…) Lea é a mocinha em perigo, que xinga, xinga e xinga o Bad Boy e acaba ficando com ele no final (ela só pegou em armas para calar a boca das feministas de plantão e ajudar a agradar o público feminino).

Darth Vader (aquele do interfone no peito, segundo o Fábio Ochoa) é a representação do “Mal”, que está em toda parte, mas não pode ser visto (razão de ele esconder o rosto).

Ele pode matar os mocinhos a qualquer momento, mas não o faz porque é o típico vilão bonzinho (como o Dick Vigarista, Tião Gavião e os vilões Disney) que só mata Zé Manés inúteis que não sabem cumprir ordens (mesmo sabendo que irão morrer se não as cumprirem; o clichê do comparsa burro e/ou incompetente que põe tudo a perder).

Ah, claro… Ele também matou Obi Wan (que se deixou matar e só fez isso porque precisava virar fantasminha para poder guiar o retardado do Luke nos outros filmes), uma tribo inteira de imbecis do Povo da Areia (difííííííícil para um jedi…), uma sala inteira de pivetes jedi e mandou apertar um botãozinho para destruir um planeta…

Mais medíocre impossível…

Se a Hebe Camargo ou o Dado Dolabela estivessem no lugar dele, teriam feito as coisas exatamente do jeito que ele fez.

Como se isso não bastasse, ele ainda se mata para salvar seu filho (imagine o Coringa ou o Lex Luthor fazendo isso… Nem a pau!), e assim, se redimir do mal que fez; quer dizer, tudo bem você matar, mentir, roubar e enganar a vida toda, desde que se arrependa no final…

Como se isso fosse fazer alguma diferença para quem você prejudicou.

Típica moral católica ridícula…

As situações que aparecem nos filmes também são absurdamente forçadas e criadas para ajudar os Bonzinhos a vencerem; antes de qualquer coisa, temos o sacro Código de Conduta Jedi (que usam a “Telecin…”, digo, “Força”, que nada mais é do que uma desculpa para os personagens fazerem coisas absurdas (tirada dos filmes de samurais, onde vale tudo)) que OBRIGA todo e qualquer portador de um sabre de luz a lutar quando for desafiado.

Se não fosse por isso, poderia acontecer de um jedi desafiar algum oponente e ele falar “É fria, mermão!”, e sair correndo (como poderia ocorrer normalmente), o que pegaria mal pra caramba…

Espadas só fazem sentido em histórias que se passam em uma época anterior ao surgimento das armas de fogo (como na Era Medieval, Piratas do Caribe ou Conan) ou filmes como Kill Bill e Star Wars, onde a lógica que vale é aquela que o diretor decidir no dia.

O próprio George Lucas demonstrou o quanto as lutas de espadas são ridículas hoje em dia no filme Os Caçadores da Arca Perdida (cujo argumento é dele), na cena em que um sujeito desembainha uma cimitarra e faz malabarismos com ela, desafiando Indiana Jones.

Ele simplesmente puxa uma pistola, lhe acerta um tiro, olha para a câmera e sorri, como que dizendo “Espada? Fala sério…”.

A tecnologia de Star Wars é absurdamente desenvolvida, mas nas batalhas espaciais, temos centenas de naves disparando umas contra as outras.

Isso seria o mesmo que, hoje em dia, se fazer guerra como na Primeira Guerra Mundial, onde os soldados da infantaria eram mortos às pencas.

Porque é que nunca se criou uma arma de P.E.M. capaz de simplesmente torrar as naves adversárias?

Mas é que os fãs gostam de ver navezinha disparando em navezinha…

Certo…

Para se destruir uma Estrela da Morte (que parece ter sido roubada das hqs de super-heróis da década de 50 ou dos filmes trash do 007) só é preciso usar o combo “ponto fraco” (cópia do Um Anel, que foi copiado das histórias do Sinbad, que foi copiado do… Ah, não importa…) ridiculamente protegido por meia dúzia de canhões mais o “tiro mágico” (já que o tiro segue fazendo curvas tubulação adentro e só explode quando chega ao centro da Estrela).

Mais idiota do que isso só o infamoso “Botão de  Autodestruição”; e olha que os Mauzinhos repetiram o feito no Episódio VI (para que aprender com os erros, não é mesmo?).

Queria saber como é que conseguem fazer uma simples refeição no universo Star Wars, já que tudo tem seu “ponto fraco”…

Quer dizer que você pode pegar uma simples xícara, colher ou garfo e qualquer um deles pode explodir na sua mão, se você der o azar de tocar no “ponto fraco” destes objetos…

Deve ser por isso que as próteses de mão são tão populares entre os personagens…

Ainda no Episódio IV, quando R2D2 parte para o deserto para procurar Obi Wan, Luke simplesmente resolve ir atrás dele, sabendo que poderá morrer de fome, sede ou ser morto pelo Povo da Areia.

Ele poderia simplesmente ter desativado o dróide e verificado o que havia de errado com ele.

Ah, mas se ele tivesse feito isso, teria virado torrada junto com seus pais adotivos e aí não teria filme…

No Episódio V, o Império descobre o esconderijo dos Rebeldes  em Hoth, e o que eles fazem então?

Colocam uma bomba numa nave extremamente rápida e os atomizam?

Nada disso… Eles mandam os AT-ATs… Coisas gigantescas e  com a velocidade do Robocop com artrite, para que os Rebeldes possam avistá-las à distância e ter tempo e fugir.

Sem comentários…

No início do Episódio III temos a impagável “cena do  robozinho” (que quase me fez parar de assisti-lo, só não parei porque de graça, até injeção na testa), em que o dito cujo caminha até a asa da nave de Anakin, para, e começa a cortar leeeeeentameeeeeeeente a asa…

Mas aí vocês me perguntam “E porque ele simplesmente não se explode, levando a asa junto?”.

Mas que inimigos bonzinhos esses, hein?

Isso ocorre para que dê tempo do R2D2 ir até lá e destruí-lo, para com isso salvar o Anakin e ganhar a simpatia do público.

Existem “n” situações mais, como os “Cavaleiros” (que nunca sequer viram um cavalo) Jedi rebatendo os disparos de luz com seus “sabres de luz” como se fossem bolas de baseball, os Stormtroopers (termo surrupiado das tropas de choque de Hitler) que não conseguem acertar um tiro a pouco metros de distância…

Resumindo a sextilogia (uma trilogia que se tornou uma porcaria) Star Wars: Episódios I a III, Anakin dando uma de adolescente revoltado e pagando o pato por isso, e Episódios IV a VI, Luke fazendo burradas e o elenco INTEIRO ajudando-o a sair delas.

George Lucas tornou-se a personificação do ditado “depois que se faz a fama, se deita na cama”, porque sabe que, se ele pegar sujeira de cachorro que encontrou na rua, colocar em uma embalagem a vácuo (não esquecendo o obrigatório selo “Edição Limitada”, que toda semana surge uma nova) e vender a 80 euros como se fossem fezes de Ewok, VAI ter o imbecil que VAI pagar, só para deixar em uma prateleira pegando pó em sua casa.

E se Star Wars fosse realmente bom, os atores não teriam tomado chá de sumiço (Harrison Ford só se escapou porque se tornou o queridinho do Spielberg (o Shia La Beouf daquele tempo) e fez o Indiana Jones, que já caducou há tempos) ou a série não teria ganhado aqueles 458 troféus Framboesa de Ouro.

Star Wars nada mais é do que mais uma franquia criada para se vender brinquedos (nada diferente da Barbie ou Max Steel), com a diferença que é mantida por adultos que esqueceram de crescer (que usam a desculpa debilóide do “colecionismo” (que é coisa de quem não tem vida)) e tornou-se uma espécie de religião, seguida adiante por estes “adultos” e por pirralhos descerebrados viciados em videogame.

Seu legado pode ser visto hoje em dia na forma do insosso Avatar (com a mesmíssima base de “roteiro”: bem x mal, romancezinho meia boca e final feliz), onde se usou a mesma fórmula básica: uma galáxia distante povoada por criaturas “estranhas” (um cavalo de seis patas faz tanto sentido quanto um ser humano com quatro braços), um conflito a ser resolvido e a tradicional overdose de efeitos para se mascarar um roteiro superficial.

E é claro que , assim como TUDO o que é lançado na mídia, Avatar tem seu exército de fãs.

E, quando somente eles conseguem aturar um determinado tema e NÃO conseguem convencer mais ninguém, é porque não vale a pena perder tempo, dinheiro e neurônio com isso.

O termo “fã” vem de “fanatismo”, que nada mais é do que doença e sinônimo de ignorância.

É por isso que opinião de fã não conta.

Mas tudo bem…

O fanatismo alheio não é da minha conta…

Que a Força esteja com vocês!

Ah, é… Essa saudação foi copiada do cumprimento árabe “Salâm aleikum” que quer dizer ”Que a paz esteja convosco!”.

Foi o que eu falei.

Star Wars não tem nada de original.

  1. 29/06/2011 às 21:40

    Vai te cagar

    • 29/06/2011 às 21:41

      Vai ver se te pego na rua… vou te estrangular só com a força

  2. 29/06/2011 às 21:50

    A nave Enterprise NCC 1701 D , aham… quer dizer, EU sou equipado com campo de “Força”, digo, escudos defletores.
    Fica pra próxima…

  3. Ana Moura
    29/06/2011 às 23:48

    Hm.. eu acho que nenhuma historia é 100% original..

    Gosto é que nem nariz, cada um tem o seu, já dizia uma velha mascando sabão…

    Mas eu discordo de várias coisas, acho que por mais clichê que seja a historia e os personagens, as referências são muito boas, e a forma como isso foi contado ,usando os efeitos especiais mais modernos das suas épocas, também ajudou os filmes a serem reconhecidos.. E é claro, a questão do marketing, das vendas, da marca, afinal existe uma história do consumo antes e depois do Star Wars…

    E concordo, os últimos filmes não são bons, apesar de eu gostar do ep. três… (devo ser descendente da velha do sabão)…

    😉

    • 30/06/2011 às 21:06

      Concordo que SW é realmente divertido, Ana.
      O texto é mais sobre o fanatismo doentio e a intolerância que a série fomentou desde sua criação.
      Tem muita gente que, literalmente, vive (se é que podemos chamar isso de vida) para comprar bobagens com o logo Star Wars e se exibir para os amigos.
      Sem dúvida, a série mudou a história do marketing.
      Para pior, infelizmente.
      Valeu.

      • Fábio Ochôa
        01/07/2011 às 10:54

        Eu comprei um interfone igual o do Darth Vader.
        Sempre aperto o 303 e quando dizem “quem é?” respondo “shhhh…shhhh…seu pai”.

      • Ana Moura
        04/07/2011 às 22:33

        será? hehe não li todos os comentários, mas será que foi ruim pra historia do mkt?

        entendi o espirito do post, polêmica é sempre bem vinda pra esquentar esse inverno.. mas uma visão radical sobre fanatismo é meio que uma hipocrisia, eu acho (partindo do pressuposto que a minha definição de radicalismo é fanatismo…)

        tá deu de polêmica xD

      • Fábio Ochôa
        05/07/2011 às 11:42

        Bom, pro George Lucas foi ótimo, para toda a indústria agregada e os empregos que geram, foi ótimo, mas gerou uma mentalidade idiotizante em boa parte do cinema dos anos 80 em diante.
        Então, neste sentido, sim, acho que o marketing foi prejudicial.

        E também criou esta mentalidade blockbuster, onde o filme é um fracasso se não gera 580 bilhões na bilheteria, coisa que antes do Tubarão (feito apenas dois anos antes do SW) não existia.
        E para gerar 580 bilhões um filme tem que agradar a todos e então dá-lhe fórmula pronta e produções que fazem de tudo para não desagradar nenhum grupo, desde a associação dos moradores do Harlem até a Liga das Senhoras Cristãs.

        Então, Ana, acho que o marketing foi prejudicial.

  4. Kurai
    30/06/2011 às 00:02

    tl; dr

    • Fábio
      30/06/2011 às 20:57

      Não ler até se entende, mas comentar que não leu usando siglas para escrever menos é tenso XD

      • Kurai
        04/07/2011 às 22:40

        Apenas quis demonstrar toda a minha falta de interesse em ler um post sensacionalista e gerar alguma discussão sobre ele XD

  5. Fábio
    30/06/2011 às 00:10

    Só porque uma coisa é original não quer dizer que ela seja boa, da mesma forma mesmo o Star Wars sendo totalmente clichê a série é muito boa, apesar do Analking Skywalker e do Jarjar prejudicarem muito os três filmes mais novos.

    Tá! Eu admito.

    Os três filmes mais novos são muito fracos…

    • 30/06/2011 às 13:19

      Todos os filmes são fracos, Fábio.
      O que acontece é que, assim como tu assistiu Star Wars quando era adolescente e se emocionou com a série (que, convenhamos, foi feita pra isso), hoje em dia a gurizada se emociona com Crepúsculo e Avatar (que qualquer pessoa acima dos 18 com qi normal irá achar um lixo), e tu tem como criticá-los por isso?
      De jeito nenhum.
      Essa gurizada irá crescer e a maioria aprenderá que filmes, livros e gibis são feitos para alguém em algum lugar amarrar o burro na sombra, só que alguns tornar-se-ão fãs babões retardados que irão passar o resto da vida brigando com qualquer um que tiver uma opinião diferente da deles.
      Só o que estes sujeitos não se tocam que substituíram a OPINIÃO pela CRENÇA, o que torna qualquer discussão inútil.
      Se Star Wars é divertido?
      Sem dúvida, só que chega uma hora em que cansa.
      E além do mais, não se aprende nada com a série.
      Controlar a raiva para evitar se sentar na graxa?
      Qualquer bebê de colo birrento que já levou umas chingões da mãe sabe disso.
      Mas tudo bem tu continuar sendo fã.
      O que vais ganhar com isso, nada.
      Mas é um direito teu e eu respeito isso.

      • Fábio
        30/06/2011 às 18:14

        Até são fracos, mas bem melhores que os de Star Trek, seu trekker amaldiçoado.

      • 30/06/2011 às 20:17

        Jax, cala a boca… tu não sabes o que estás falando!

    • 30/06/2011 às 21:57

      Sim, os primeiros três filmes de SW são melhores do que os de ST, Fábio amigo…
      Acho que, quando fizeram os longas de ST, tentaram deixar a coisa mais “séria”, já que a Série Clássica tinha virado…bem… clássica, ora essa.
      O resultado foram filmes chatos e sem muita empolgação…
      E eu só digo isso porque eu NÃO sou fã de NADA, como eu já expliquei aqui… em algum lugar…
      Eu só tirei o tempo do Rafael lá no início porque foi ELE quem me pediu pra escrever o texto e depois ficou de cara com o resultado.
      É mole?
      Acho que não aparecerei no sábado, Fábio.
      O Domênico está com aquela expressão M3 ((MORRAMORRAMORRA) e eu não sou louco de chegar perto dele…

      • Fábio
        30/06/2011 às 22:05

        Huahuahuhahauhauahuahuahauhaua

        Pode aparece sim, eu ofereço santuário, só tens que ti cuidar na hora da saída.

  6. Alexandre
    30/06/2011 às 00:31

    Estranhei não ter comentado de duas coisas:
    1) A Força é desculpa pra tudo. Os Jedi e os Sith conseguem bloquear lasers – que teoricamente viajam na velocidade da luz – porque? A Força “avisa” eles. Precisa mentir? Use a Força. Também funciona como um sentido-aranha, entre outras coisas.
    2) Porque as lutas de sabre de luz tem tantos giros!?

    • 30/06/2011 às 21:30

      1) Sentido aranha, Alexandre? Como eu citei, SW não tem nada de original.
      2) As lutas tem tantos giros para se tentar desorientar o oponente, que vai perguntar “Mas por que é que ele tá pulando, pô? Eu pensei que estávamos duelando”…
      Valeu.

  7. 30/06/2011 às 00:41

    Star Wars é um lixo, George Lucas é um bosta. Além da falta de originalidade e da superficialidade suprema, a primeira trilogia foi feita nas coxas, o Lucas nem pensava em continuação (ao contrário do que ele afirma hoje) e assim surgiram os gigantescos furos de roteiro como a Leia agarando o irmão e dizendo que sempre soube que eram irmãos no filme seguinte. Vadia!

    • 30/06/2011 às 21:24

      Concordo.
      Mas vai dizer isso pra um fã babão doente…
      Valeu.

  8. 30/06/2011 às 09:16

    Os filmes deixam a desejar. Mas o universo expandido tem boas histórias, não são excelentes, mas algumas boas histórias.
    Acho que é valida a opinião sobre SW, mas um equívoco emitir opinião sobre quem é fã. Desmerecer a outra parte de um debate, em vez do argumento, pode denotar falta de conhecimento sobre o assunto, esse conduz ao medo, que leva ao sofrimento, que leva ao Lado Negro…
    Eu acho super heróis ridículos, sejam eles marvel ou DC (parei de gostar no início dos 90’s, quando li watchmen), mas daí a dizer que os fãs carecem de qualidades intelectuais são outros quinhentos…

    • 30/06/2011 às 21:41

      O simples fato de alguém ser fã o desqualifica para uma discussão decente, Valim.
      Ou vai dizer que dá para discutir com um religioso fervoroso ou torcedor fanático de futebol?
      Nem a pau, Nicolau…
      É a este tipo de pessoa (que substituiu a razão pela crença) a quem me refiro no texto.
      Da mesma forma, os mangazeiros que cito são os mais xiitas, que só enxergam as hqs como “mangás” (que são bons porque “tem final”… Então novelas também são boas, já que todas elas tem final?) e “super-heróis”, o que só revela sua ignorância, decorrente do fanatismo.
      Valeu, Valim.

  9. 30/06/2011 às 11:58

    Ah, que maravilha!

    Jackes, meu bom homem… Eu não sou mais fã de Star Wars do que de Star Treck ou Arquivo X, mas eu preciso te dizer umas coisas:
    Primeiro, sim, a série é cheia de clichês. Mas são clichês que não tinham sido usados até então, exceto em mitologia – a série original tem muita carga de mitologia greco-romana – e criou uma série de idéias que não tinham sido usadas até então. Pelo menos não todas juntas. A força dos filmes vêm justamente do fato de misturar vários elementos diferentes num mesmo cenário. Filosofia de samurai com naves espaciais e luta do bem contra o mal são todos clichês, mas não tinham sido usados juntos.
    Veja, é o mesmo que dizer que Neuromancer é um livro batido, sem idéias originais. Ele não é, mesmo, se tu ler o livro hoje em dia. Mas na época que foi lançado, nada semelhante tinha aparecido. O mesmo vale pra Star Wars. Nenhum elemento novo, mas nunca antes estes elementos tinham sido misturados num único filme – ou trilogia.
    Tem furos: Tem. Mas e que filme não tem? Sem a forçada de barra, simplesmente nenhum filme teria razão de existir. Se aquele insoso hobbit não tivesse pego um anel no escuro – que sabe-se lá como o Gollum perdeu, considerando o quanto o artigo era preciiiioso pra ele… – não haveria Senhor do Anéis. Da mesma forma que a história teria acabado antes de começar se o Merlin, digo, Magneto, tivesse colocado a bosta do hobbit nas costas de uma águia e simplesmente jogado o anel dentro do vulcão pelo ar, ao invés de criar uma “comitiva” pra lever o anel lá por terra… E posso achar furos em QUALQUER filme/livro, as vezes vários deles, muito facilmente, se quiser. Isso não invalida uma obra, porque são justamente esses “furos” – que geralmente são uma maneira de demonstrar a forma que uma determinada personagem vê e reage ao mundo à sua volta – que criam situações para que haja bom entretenimento num roteiro.
    Mas eu acho que o teu caso tá perdido. Fica a dica: assista só documentários pro resto da vida que não tem perigo de tu trupicar em nenhum “furo de roteiro”, ok? 😀

    • Alexandre
      01/07/2011 às 17:54

      Só dois comentários:
      Primeiro: O Anel do Senhor dos Anéis corrompe seres orgulhosos. As águias são ditas muito orgulhosas. Essa merda não ia dá certo.

      O segundo, em relação à sua resposta ao Jacques logo abaixo:

      Entendes o conceito de quando algo é tão ruim que acaba sendo bom? Provavelmente. Vi o segundo filme do Crepúsculo assim, junto com dois amigos, todos fazendo piadas sobre o filme. Foi divertido. O filme era bom? Óbvio que não, é Crepúsculo.

      • 01/07/2011 às 21:33

        Sobre o Gollum ter perdido o Um Anel: ele NÃO perdeu, o Anel abandonou ele porque, como era consciente, viu,DEPOIS DE SEISCENTOS ANOS aturando o Gollum falando sozinho (e errado), não ia dar pé ficar com ele, já que pretendia voltar a Sauron a todo custo (pois eram um só).
        E quem foi que disse que águias são seres orgulhosos,o Dr. Doolitle?
        Que bobagem…
        Sobre o que tu citou antes da águia ser um símbolo de orgulho e força, isso só foi estabelecido assim porque essa águia É UM ANIMAL AMERICANO, e como todo mundo sabe, os caras se acham os bonzões…
        Eles tem mais é de aprender a falar português e virem trabalhar aqui para serem chineliados, da mesma forma que sempre fizeram com os mexicanos.
        Sobre o “tão bom que é ruim”, tens de assistir Plano 9 de Outro Espaço, do genial Ed Wood, considerado o pior filme de todos os tempos e um clássico eterno, e não esse lixo retardado feito pra retardado dar risada e emo cair no choro.
        Se for pra assistir lixo, que seja lixo de qualidade.
        Aprenda isso ou morra tentando, mané.
        Tens internet pra quê?

      • Alexandre
        01/07/2011 às 22:59

        Aparentemente tenho que responder para mim mesmo antes da resposta do Jacques.

        Não é coisa de americanismo: águias e falcões são considerados símbolos para poder e orgulho em vários países.

  10. 30/06/2011 às 13:43

    Concordo que os clichês fazem parte da imensa maioria dos filmes, só que além da moral da história de Star Wars ser retardada “e o bem vence o mal… dãããããã…”, a forçação de barra é demais além da conta.
    Atualmente só fã tem saco pra continuar aturando (pra quê, eu não faça a mínima).
    O que eu critico no texto é isso: a babação de ovo em cima de algo que não te soma nada.
    O fanatismo por ele próprio, ou seja, o “não admito que falem mal porque sou fã” (que é o “argumento” de muito “fã purista”, seja lá o que for isso).
    Seguindo a tua argumentação do “pegar o que é clichê antigo e usar de uma forma nova”, um integrante de uma banda de rock (ou qualquer outro estilo de música) pode muito bem tocar uma música famosa com toda a banda usando trajes de Telletubie e fazer um sucesso estrondoso na net (o que aliás, é uma das formas de se criar estes virais idiotas).
    Afinal, isso nunca foi feito antes, não é mesmo?
    Eu também assisto filmes para me divertir e danem-se os erros de roteiro e os clichês.
    Isso de assistir filme pra procurar defeito é coisa de gente de blog famoso que se acha o máximo por achar erros de roteiro em filme ganhador de troféu Framboesa de Ouro e ainda gravar vídeos com isso.
    O texto (e toda a série Queima, Vaca, Queima!) é sobre o fanatismo gratuito em cima de determinadas franquias e o mal que ele faz.
    Se tu se sentiu ofendido por ele, paciência.
    Só és fã de Star Wars porque queres.
    Eu gosto de muita coisa e, por causa disso, não sou fã de nada.
    Espero que entendas isso, seu proto-didelficida (SIM! Eu li aquele texto comesseszóioqueaterrahádecumê!).
    Até mais.

    • 30/06/2011 às 19:47

      Ô, Jackes, lê outra vez o começo da minha resposta, essemenino. Não entendeu? Tá, vou explicar: Eu não sou fã de Star Wars. Eu não tenho camiseta. Não leio HQs. Não tenho réplica de sabre-de-luz. Não tenho bonequinhos. Nem comprei uma box com os filmes, ou mesmo baixei os mesmo!
      Só que é divertido!
      E eu não estava me referindo à universo expandido. Nem mesmo ao universo ofivcial como um todo. Eu estava falando dos seis filmecos. Alias, eu gosto mesmo mesmo é dos três originais. Mas esses outros três que fizeram depois já me divertiram durante uma tarde, enquanto eu e mais dois amigos assistiamos eles (os três filmes novos, não os meus dois amigos) e “dublavamos” o que o R2D2 dizia! Foram umas três horas de risadas ininterruptas, batiman! Pena que aquele barril não é o protagonista dos filmes…
      Agora deixa de ser um velho rabugento – olha quem falando… – e vai assistir os filmes pra desopilar um pouco do dia-a-dia chato e mundano. É pra isso que eles servem. Afinal, são filmes, não são tratados de filosofia nem livros sagrados de nenhuma religião – ao contrário do que alguns pregam…
      E não, nem tudo que tu misturar vai ficar bom, mas algumas coisas vão. Algumas coisas funcionam. Como espadas e raios-laser.
      Ah, e sobre o bem contra o mal: Tá, e quais filmes não são centrados exatamente nisso, posso te perguntar? TODOS os filmes se tratam disso. O bem e o mal podem estar disfarçados – tipo comédia romântica: O bem é estar namorando, o mal é estar sozinho. Preceitos básicos da cultura ocidental contemporânea: seja casado e tu tá fazendo a coisa certa; fique solteiro e tu é um perdedor.
      então não me vem com esse papo de “massa é quando não se trata do bem contra o mal! Tri é quando é uma experiência superior à isso, com mais desenvolvimento, mais profundidade do que simplesmente o bem contra o mal!” porque Star Trek é sobre isso, comédia é sobre isso, terror é sobre isso, a vida é sobre isso.

      • 30/06/2011 às 21:22

        Outra tempestade de fogo (discussão gigantesca inútil que se alimenta de si mesma e não leva a nada de bom), mas eu mereço.
        Não é fã, mas ficou todo irritadinho e escreveu respostas maiores do que uma cadeia de dna?
        Tá certo…
        A Ana Cecília, sim, Domênico, não é fã, tanto que achou o texto engraçado.
        Aprende com ela.
        Acho que TODO MUNDO aqui já entendeu que o objetivo do texto é falar mal da adoração cega em cima desta franquia.
        Menos o Domênico, óbvio.
        Que também não viu que eu já concordei com a Ana (as duas, aliás) que SW é divertido, e só.
        Mas já que tu quer brincar de retardado, também sei brincar.
        Watchmen, quem é “bom” e quem é “mau” na história?
        Na hq, não no filme daquele viciado em bullet time…

  11. 30/06/2011 às 14:58

    Acho os dois primeiros da trilogia original divertidíssimos.
    Mas levar a sério não dá. E nem é a idéia.
    O Lucas fez ele o primeiro filme porque achava que o cinema anos 70 estava abarrotado de amargura e filmes densos, faltava algo escapista, como os filmes de cowboys, ficção e a série Flash Gordon que ele via quando criança.

    Deu no que deu.

    Agora, universo expandido, nova trilogia e o asmático de preto com interfone no peito ser eleito o maior vilão de todos os tempos, o caralho!

    • 30/06/2011 às 15:11

      Darh Vader deve ter sido eleito “o maior vilão de todos os tempos” da mesma forma que os “filmes” da série Crepúsculo ganharam o (blearghh) MTv Movie Awards de Melhor Filme…
      Da mesma forma que o movimento punk (que eu detesto) foi uma reação às músicas quilométricas da década de 70, George Lucas resolveu fazer cinema para todas as idades (o que tem seus prós e contras).
      Universo expandido?
      Vá de retro, Satanás!
      Valeu, Ochôa.

      • 30/06/2011 às 20:21

        Não uso o bom nome do Darth Vader na mesma frase que desse filme inominável!!!

    • 30/06/2011 às 20:20

      Como assim “levar a sério não dá?” Vocês tão loucos?

  12. 30/06/2011 às 15:45

    Jacques,
    muuuuuito bom teu texto! Ri muito por aqui (mesmo que esse não fosse o objetivo, acho!) :), na verdade concordo! Tu tens razão!
    Mas, assim como tu, assisti quando era adolescente, e isso tem outro brilho; e temos que entender que na época isso tudo era inovador, a tecnologia e até alguma coisa da construção dos personagens, referências mitológicas, etc…
    Agora se compararmos Star Wars com Crepúsculo…, bem aí a gente vai ter que fazer uma tese de mestrado, porque tem coisa pra falar…
    Mas olha só, não sou fã de Star Wars, mas ainda hoje, se ver o “Retorno do Jedi”, têm umas cenas com as naves e perseguições com aquelas motos voadoras… é muito bem feito, meu amigo!
    Jacques, abração! Obrigada pelos comentários lá no blog, inclusive no texto das mulheres. Comentários muito inteligentes, assim como este teu texto!

    Humoremconto
    http://anaceciliaromeu.blogspot.com

    Ah! Eu morava naquele prédio coladinho no antigo cinema Tabajara. Antigo, infelizmente!

  13. 30/06/2011 às 16:04

    Valeu, Ana.
    De forma alguma eu compararia SW com aquela bobagem sentimentalóide chorosa feita pra emo que se acha o centro do mundo chamada Crepúsculo.
    Eu citei o Mtv Awards porque devem ter sido os fãs (e apenas eles) usando as trocentas redes sociais (pobre internet, usada e abusada) que elegeram o Lorde Capacete (lembra do Rick Moranis, em S.OS. Tem um Louco solto no Espaço?) o vilão mais malvado que professor de Química chifrado.
    Não nego e nunca vou negar que a franquia é divertida, mas só e apenas isso.
    Gostar sim, adorar não.
    E a cena das motos no Episódio VI, é… vou ter de dar o braço a torcer, ficou muito boa (tanto que foi parodiada no desenho especial de SW da Família da Pesada).
    Um abraço, Ana e até a próxima.

  14. 30/06/2011 às 18:16

    Eu sou fã da série porque me permito viajar na maionese vendo um bom filme americano de aventura. Não sou crítico de cinema para me apegar aos detalhes técnicos, nem aos detalhes do tipo “ohh, meu deus, não pode haver explosão do espaço, que erro grotesco!!”. Quero saber somente de passei boas horas de entretenimento, e a série corresponde perfeitamente a esta minha expectativa.

    Um grande abraço.

    Rama na Vimana
    http://ramanavimana.blogspot.com

  15. 04/07/2011 às 12:05

    hahahaha, ri pra caramba com esse texto. sou fã de star wars, mas acho que os anos tendem a fazer a gente idealizar demais as coisas. é bom ter um distanciamento pra não sair colocando tudo num pedestal. A história funde alguns arquétipos como os da jornada do herói do Joseph Campbell e alguns elementos da cultura pop que cativavam Lucas, como a ficção de Flash Gordon. ele se sai bem na fusão, mas acho que pode-se dizer que de pioneiro mesmo é que star wars lançou os grandes blockbusters de efeitos especiais, que continuam por aí até hoje, e fazendo dinheiro pra caramba, como o avatar de James Cameron. star wars é muito bom, entretenimento muito competente que me agrada muito, mas é isso.

    • 04/07/2011 às 13:12

      Exatamente, Vinícius.
      Spielberg e Lucas inauguraram a era dos blockbusters feitos pra se arrecadar bilhões.
      Dá pra culpar os caras?
      De forma alguma, assiste os filmes deles quem quer.
      Com o tempo, muita gente substitui a simpatia pelos personagens pela adoração (que pode vir a se tornar fanatismo).
      E o texto é uma crítica a isso, que nada traz de bom.
      Valeu e até a próxima.

      • Fábio
        04/07/2011 às 14:06

        O comentário sobre a jornada do herói é muito relevante, o Lucas trabalhou em um documentário como o Campbell um tempo antes do Star Wars.

        Muitos dos “clichês” usados são parte da natureza humana, ao longo das eras pessoas de todo o mundo criaram histórias semelhantes mesmo sem ter nenhum contato entre si. Afinal são todos humanos e a mente deles é semelhante em sua base, interpretando e criando coisas em certo padrão.

  16. Kurai
    04/07/2011 às 22:54

    Há! Tenho que falar mais uma coisa que não vai fazer a menor diferença na vida de vocês…. (talvez possa falar a quem ama Star Wars.)

    O Darth Vader já perdeu o posto de “melhor” vilão pra uma mulher… Pra Sarah Kerrigan. (quem jogou Starcraft sabe quem é, ou deveria saber…)

    O site GameSpot fez uma votação ano passado entre o Darth Vader e a Kerrigan e os internautas elegeram a Kerrigan como melhor vilã.

    E eu acho que foi uma vitória justa…

    • Fábio
      05/07/2011 às 01:06

      Com toda certeza, ela realmente é a maior vilã dos VIDEOS GAMES!!

      O survey do Gamespot era só entre vilões dos games.

      • 05/07/2011 às 16:04

        Mas um seguidor da Wicca (onde bem e mal simplesmente não existem) discutindo com algum pivete (ah, por sinal, Starcraft é um ótimo jogo) quem é o maior vilão?
        É POR ISSO que eu não sou fã de NADA!
        Se um dia, Fábio, tu tiver andando na rua e for atingido na cabeça por um gato em avançado estado de decomposição, fui eu, viu?
        Mas vão levar a discussão ridícula de vocês pro Faceorkut ou sei lá mais o quê…
        Mas era só o que me faltava…

    • 05/07/2011 às 21:24

      E o GameSpot é referência? Só podia ganhar o vilão de um “game”

  17. Fábio
    05/07/2011 às 19:28

    Perá ai que agora fiquei perdido!

    Quem é o wicca e quem é o pivete?

    Qual a discussão? Sobre o Darth ser o maior vilão? Se for eu só citei que a votação em que ele ficou em segundo lugar era sobre vilões de video game, não foi uma discussão.

    Sobre o gato morto, ti recomendo trocar o animal, eu gosto de gatos e ia ficar muito chateado se tu fizesse isso, lembra que tua imortalidade só funciona até ser decaptado… “There can be only one”.

    • 05/07/2011 às 19:44

      Tu não é da wicca, Fábio?
      E eu não disse que ia matar o gato, eu disse que iria (provavelmente) usar a carcaça de um deles como projétil.
      E Kurai é nome ou verbo?

      • Kurai
        05/07/2011 às 22:33

        Não foi uma discussão, foi apenas mais um comentário desses tantos que tem nesse post que só quer chamar a atenção…

        Aaah… acho que o google pode te ajudar a descobrir se Kurai é nome ou verbo.

        Passar bem.

      • Fábio
        05/07/2011 às 23:01

        Não sou wicca não Jacques, não sigo nenhuma religião, mas adoro ler sobre religião, mitologia e magia.

        Claro que assim como você também tenho minhas crenças sobre o que existe ou não entre o céu e a terra, mas isso não tem nada a ver com Star Wars.

        Falando nisso, até onde eu sei o Domênico está certo no que ele comentou sobre a wicca numa resposta mais abaixo.

  18. 05/07/2011 às 21:00

    Putz! Essa discussão AINDA tá dando pano pra manga?!?

    Só uma pequena consideração sobre a Wicca: Existe, sim, o conceito de bem e mal na Wicca. Só porque não se acredita em inferno e demônio, não quer dizer que não se acredite no mal.

    E não misturem religião com Star Wars, pulamórdedeus!

  19. 06/07/2011 às 22:24

    Jacques! Procurei teu mail para agradecer pessoalmente (virtualmente, cof cof cof) seu comentário tão positivo no meu blog. FIquei feliz!
    E obrigada pela sugestão de links, to agora mesmo vendo todos eles – e aumentando meu repertório.
    Obrigada mesmo.
    E volte sempre!!!
    Beijo

  20. 06/07/2011 às 23:00

    Eu é que agradeço, Dani.
    Sites construtivos como o seu são raros de se encontrar.
    Pode deixar que eu vou votar lá sempre que puder.
    Valeu mesmo.

  21. Marco
    09/07/2011 às 18:45

    O Star Wars não é original?
    Putz…
    E agora?
    Só nos resta torcer para o Harry Potter perceber que o Valdemort não é tão ruim assim, apesar de não ter nariz nem um objetivo coerente pra mandar matar todo mundo (se bem que não é preciso motivo pra isso).
    Mas até aí tudo bem, já que lá pelos anos 90 o Wolverine perdeu o nariz e a exclusividade como único anti-herói da galera, surgindo a Image com aquele monte de grupinhos de anti-heróis super-coloridos cheios de bolsos nos uniformes e com armas gigantescas, e olha que por aquela época a Wicca fazia sucesso entre os nerds e tristes dasa redondezas, com um monte deles acreditando que os antigos celtas ou sei lá quem mais se encontravam em Stonehange pra brincar de Idade Media gótica (e olha que as Igrejas eram coloridinhas) ou de Vampiro Lestat.
    Bem, mas voltando ao assunto, concordo com tudo o que o Jacques escreveu, apesar de na juventude gostar dos primeiros filmes de Star Wars e de fingir (ou não perceber o óbvio) que o Luke não era mais um mala débil do Arkansas e sim um herói solitário a procura do bem ou da grandeza em meio a um mundinho desértico com dois sóis no horizonte e que não queimavam ninguém.

  22. 10/07/2011 às 16:30

    Pra mim nenhuma história essencialmente maniqueísta tem qualquer coisa de original, Marco.
    A única diferença entre o Luke e o smurf com gigantismo do Jake Sully é o cabelo.
    O do Luke é muito pior.
    Valeu.

  23. Marco
    10/07/2011 às 23:20

    Bem, eu estava sendo um pouco irônico ao perguntar se Star Wars não era original.
    Concordo contigo sobre o filme e sua falta de originalidade, até porque trata-se sim da velha e nem um pouco original luta do bem contra o mal.
    Particularmente não vejo problema nisso já que cresci lendo HQs de super heróis, onde esta luta em seu sentido maniqueísta é recorrente, excetuando-se as brilhantes HQs de Alam More (V de Vingança, Watchmen, só para citar os clássicos), que possuem outro tipo de proposta e logicamente, muito mais profundidade na construção dos personagens.
    Me parece que Star Wars (trilogia original) sempre foi baseado em arquétipos de personagens, do mestre misterioso ao aprendiz impetuoso, passando pela princesa idealista, o anti-herói amoral auxiliar de protagonista até o grande vilão aparentemente invencível. Acho que para um filme adolescente/diversão leve e, nas palavras do meu amigo Fábio Ochôa, com a profundidade de um pires, funcionou bem por algum tempo, mas nunca vi a trilogia clássica como um filme original ou uma obra prima do cinema.
    Acho que tuas observações sobre os filmes, Jacques são perfeitas, ainda mais se considerarmos os exageros usuais dos fãs (o que ocorre com qualquer fanático que exagera e radicaliza as discussões ou mesmo opiniões sobre seus objetos de adoração, do futebol, passando pela religião, filmes, demais obras de arte, astros de rock/pop, etc).
    Mesmo assim, acho a trilogia original válida em uma época e contexto específicos e principalmente, por marcar de alguma forma minha infância e de milhões de pessoas. O mesmo vale para tantos filmes nem tão bons assim como a gente pensava na época em que foram lançados, mas que de alguma forma marcaram as vidas de muitas pessoas.
    Mas realmente, sem fanatismo ou exageros, as coisas ficam mais claras e por meio da crítica baseada na razão, podemos dizer sim que existem muitos filmes melhores em qualidade, profundidade e originalidade do que a trilogia do Lucas.
    Ah, um recado para meu amigo Domênico: relaxa meu, não esquece o… Dissipadooooooooooooor (ele entende).
    Abraços.

    • 12/07/2011 às 08:01

      Ô, diabo, essa gente AINDOA tá comentando sobre Star Wars?!? Puta fanatismo do inferno dessa gente!

      Eu nem teria pensado em voltar à falar sobre essa vaca queimada se o Marco não tivesse me “invocado” aqui!

      Mas PAREM de falar de Star Wars, seus babões! Vão comentar em outra postagem!

      ô bando!

      • 12/07/2011 às 11:56

        Parafraseando Fábio Dias: Concordo.

      • Marco
        19/07/2011 às 00:34

        Não tem nenhum posto de Star Trek aí?
        Vamos falar mal do Spok. O Legolas é um orelhudo muito mais legal que ele.

  24. Fábio Ochôa
    11/07/2011 às 13:59

    O primeiro Star Wars tem uma coisa que acho muito legal, é um filme-síntese, um daqueles que tem tudo aquilo que define um subgênero e se tornam referência para quem quer se aventurar no estilo (ou renegar, mesmo assim não deixa de ser referência).

    SW é o filme-síntese da space-ópera, assim como Superman é o filme-síntese dos filmes de super-heróis, Cantando na Chuva, o filme-síntese dos grandes musicais da Metro, Desejo de Matar é o filme-síntese dos justiceiros urbanos e O Falcão Maltês, o filme-síntese do noir.

  25. Marco
    11/07/2011 às 22:16

    Pois é.
    Como sempre o Fábio falou e disse (intelectualizou legal isso pô).
    Acho que esta definição dele não vai contra as opiniões do Jacques porque como um “filme-síntese space-ópera” (palavras do Fábio), SW não se propõe a ser original, ou talvez não consiga (nunca se sabe que a intenção foi esta, até porque a megalomania do Lucas é lendária)
    Mesmo assim a detonada do filme foi legal pra marcar que isso é possível e pra deixar os fãs (principalmente aqueles do Universo Expandido de SW que pra mim é um porre) em polvorosa. Portanto, nada de colocarmos a trilogia clássica num pedestal das grandes obras cinematográficas (a nova trilogia eu nem comento, porque pra mim são filmes chatos pacas).

  26. Marco
    12/07/2011 às 21:40

    Como assim invoquei?
    Não sou pai de santo oras.

  27. 12/07/2011 às 22:34

    Que chato isso! Desculpe, Jacques. Isso não mais se repetirá. Abraço!

    • 12/07/2011 às 22:40

      Tudo bem Jefh…
      Sei que não foi de propósito…
      Por sinal, você viu que Ana é uma nerd?
      Demais isso…
      Até a próxima.

  28. Meier
    05/08/2011 às 19:16

    Jacques… qto ao seu comentário lá no meu blog…
    eu concordo com você plenamente

  1. 06/07/2011 às 00:15

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