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Queime Vaca, Queime – X-men: Primeira Classe

Tem vezes que eu imagino estar vivendo em um mundo paralelo, no melhor espírito Além da Imaginação, onde as pessoas não viram o mesmo filme que eu vi.

É o caso de X-men First Class.

Desde seu lançamento, vejo críticas unânimes, afirmando que o filme é muito mais que um mero entretenimento de verão, que é um autêntico respeito à inteligência do espectador, que é umas das melhores adaptações de HQ, que se baseia em uma trama ótima, com personagens bem construídos que evoluem ao longo da trama, etc, etc, etc…. Concorda?

Pois é, eu não.

Eu gosto do diretor Matthew Vaughn, não acho ele um gênio do cinema, mas ele já provou que é capaz de fazer filmes comerciais inteligentes e gostosos de ver, estão aí Stardust e Kick-Ass para confirmar, mas em X-men, meu amigo, o caldo entorna, e feio.

“- Você vai colaborar comigo porque eu matei sua mãe.”

“- Mas isso não faz o menor sentido.”

“- Não interessa, sou vilão.”

"Destruir o mundo, ué, não é o que todo vilão quer?"

A coisa já começou meio torta na cena de abertura, onde o nazista interpretado por um Kevin Bacon que deve ter feito laboratório para o personagem lendo gibis dos anos 60, ameaça a mãe de um Magneto criança ainda, querendo que ele use os seus poderes.

O problema, é que o filho-da-puta REALMENTE atira e mata a mãe dele, o que faz com que nosso amiguinho mate todos os guardas da sala e eu fique pensando “ok, e agora o que que ele vai usar para dominar o guri? Me obedeça senão eu confisco teus álbuns de figurinhas?”, mas tudo bem, eu estava sendo chato e todo roteiro tem lá seus furos eventuais. Relaxei, gozei e sigamos adiante.

“- Puxa, você apareceu do nada na minha cozinha no meio da noite, é azul e feia feito o diabo e ainda por cima finge ser minha mãe, que legal! Não quer ser minha irmãzinha?”

“- Mas sua família e os vizinhos não vão estranhar?”

“- Que nada, uso poderes mentais neles.”

- Puxa vida, a Smurfete na minha cozinha!

Pois bem, cena seguinte: um garotinho, o jovem Xavier, tão jovem que tinha até cabelo, chega na cozinha de sua casa à noite, onde a mamãe Xavier faz um sanduíche.

Então, não mais que de repente, sua mãe se revela não ser sua mãe, mas sim uma pequena criaturinha azul com olhos amarelos fazendo sanduíche no meio da madrugada.

Charliezinho não só não estranha nada, como ainda convida ela para ser sua irmãzinha pelos, sei lá, 20 anos seguintes.

Oooooquei.

Não vou nem levar em consideração o fato de que se eu encontrasse uma menininha azul e com a habilidade de fingir que é minha mãe, em plena cozinha de madrugada, do nada, sairia  correndo e voltaria com um exorcista pra tirar os capetas e encostos da casa, deixe estar,  vamos só encarar algumas perguntas básicas:

a) De onde caralhos ela veio afinal? Do nada? A família Xavier que mora no meio de lugar nenhum tem o estranho hábito de deixar portas abertas por aí de noite?

b) Tá, meu Deus e cadê o pai e a mãe do Xavierzinho que não só não estranham meninas azuis aparecerem repentinamente no meio de sua casa, como estão sempre prontos para adotá-las?

Daí já comecei a notar que coerência, lógica e construção de personagens não era exatamente o ponto forte do filme, mas tudo bem, sigamos adiante.

“- Eu vejo em sua mente que você é um psicopata com idéia fixa de vingança…”

“- É, e daí?”

“- Então em vez de recomendar terapia, vou lhe ensinar a usar os poderes ao máximo, ok?”

Magneto e seu olhar sereno e confiável.

Coerência, oi?

Vamos por partes: encontramos alguém mutcho poderoso com idéia fixa em vingança, confere? Confere.

Bom, convidar um cara desses para um grupo não parece boa idéia, mas vá lá, de repente posso querer ter o cara por perto para poder vigiar melhor, para ver se ele muda, sei lá, é aceitável.

Mas agora, em vez de colocar ele numa boa duma terapia para ver se ele se livra dos seus problemas, o que que nosso quase calvo herói faz? O ensina a liberar seus poderes ao máximo!

É apenas eu ou mais alguém cogitou a possibilidade disso dar merda?

Xavier, Xavier… Qual é seu próximo passo? Ensinar a Osama Bin Laden como enriquecer urânio?

“- Eu tenho problemas com meus pés, eles parecem mãos, tenho que inventar uma solução.”

“- Tenho uma: sapatos.” 

Agora você já sabe para que servem as cobaias, Hank.

Ok, e chegamos ao Fera.

O que dizer de um sujeito que é cientista, bioquímico, inventa jatos, pilota jatos e tem problemas com os pés?

Bom, pelo que me consta seria só ele usar sapatos e estaria tudo ok, mas, sei lá, vai ver o sonho dele é jogar frescobol descalço na praia.

Se lembra o que comentamos sobre caracterização e personagens bem construídos? Pois é.

De bônus ainda vemos a topeira inventar uma fórmula para se curar, não testar em um mísero rato sequer  (nada é mais recomendado que ser sua própria cobaia,  qualquer cientista sabe disso) e acabar ficando todo azul e peludo.

Com toda esta competência como bioquímico, aposto que foi ele que inventou a AIDS tentando achar a cura pra gripe…

“- Oi, sei que você não nos conhece, mas quer se juntar a um grupo ultra-secreto para lutar contra outros mutantes?”

“- Claro, mas o que que eu digo para minha família e meu patrão?”

“- Nada, eu uso meus poderes mentais neles.”

- Destrutor, os graves da caixa-de-som estão ok?

Não sei o que é mais impressionante, se a facilidade extrema de ser um X-men ou o critério de seleção deles.

Imagine você, em seu trabalho, quando repentinamente surgem dois sujeitos do nada, querendo que você se junte a um grupo thundersecreto do governo?

Não sei, parece uma decisão difícil, sei lá, eles podem ser traficantes de escravas brancas, cara, na verdade eles podem ser TANTAS coisas e nenhuma delas boa.

É assim que as pessoas se desencaminham.

Onde estão as famílias dessas pessoas para aconselhá-los, meu Deus? Cadê a mãe dessas crianças que nunca ensinaram a dar ouvidos a estranhos? Cadê o roteirista, Cristo do céu? Cadê a tal da construção de personagens e roteiro afiado que todo mundo sempre fala? Onde está Wally? Porque estou desperdiçando meu tempo de vida vendo este filme? Tantas, tantas perguntas passam por minha cabeça…

“- Vou trazer a guerra atômica, só os mais fortes sobreviverão, awawawawawawa…”

“- Shaw, isso não faz o menor sentido.”

“-…”

“- … Pois é, agora que você falou…”

Sebastian Shaw e a falta que um bom amigo faz...

O que dizer do vilão então?

Tudo bem que desde a primeira cena eu já tinha visto que idéias geniais não eram exatamente o ponto forte dele, mas tinha esperança que neste espaço de 20 anos que separam os dois momentos da história ele tivesse aprendido alguma coisa.

Pois bem, onde está o autointerpretado Kevin Bacon, digo, Sebastian Shaw nos anos 60? Ora, vivendo em iates, cassinos, rodeados por prostitutas e o melhor uísque que o dinheiro pode comprar.

Parece ótimo, não? Yeah.

Você não se contentaria com uma vida dessas? Yeah.

Fiquei feliz por ele, pensei, “bom, finalmente ele aprendeu alguma coisa, deixou de ameaçar mães de garotinhos inocentes e agora está aproveitando a vida”.

Mas, claro, o filme tem que ter um vilão, tudo bem, faz parte, e qual é o plano deste vilão que tem um vidão tão legal?

Trazer o holocausto nuclear.

Ma… Ma… Oeee, como assim, caralho?

Porque só os mais fortes são sobreviver.

Tá, pára tudo.

Shaw, olha meu raciocínio, siga a bolinha branca: holocausto nuclear significa sem iates, sem cassinos, sem prostitutas, ah, e sem uísque também, tudo que você demonstrou que adora até então. E sobrevivência do mais forte significa que a qualquer momento pode vir alguém mais forte e chutar a sua bunda radioativa, parece um bom plano? Não né? Vai ganhar alguma coisa com isso? Não, né? Aposto que ninguém te disse nada disso, certo? Faz falta um amigo…

Sim, tem um povo defendendo que ele é um “vilão James Bond”, homenagem, coisa e tal.

Olha, homenagem é uma coisa, personagem mal escrito é outra.

Não confundam alhos com bugalhos.

A festa mais longa do mundo

- Quando eles saírem a gente pega as drogas, ok?


Vamos pegar um detalhe pequeno agora: a cena que nossos novos X-men dão uma festa enquanto Xavier e seus amigos vão para a Rússia.

Não vou nem discutir a questão de Xavs e Mags saírem no braço com uma mulher feita de diamantes, ou a cama conseguir trincar diamante, todo mundo sabe que camas russas são muito, muito resistentes.

O ponto é: a festa.

Eles vão para a Rússia, a festa começa, eles chegam na Rússia, tocam o terror, voltam da Rússia. A festa acabou faz pouco tempo.

Alguém tem idéia de QUANTO TEMPO DEMORA UMA IDA ATÉ A RÚSSIA? AINDA MAIS UMA IDA E VOLTA?

Se fossem fazer um teste de dopping nesta festa, não passava ninguém.

Já não basta os erros de caracterização e construção, o filme soma também erros de lógica em sua lista. Fica cada vez melhor…

Ih, mensagem errada!

- Preconceito? Magina...

Uma coisa que os fãs adoram falar de X-men, é justamente a discussão do preconceito, embora se fosse para ser bonitão, morar em uma mansão rodeado de mulheres gostosíssimas e não trabalhar o dia inteiro, gostaria eu de ser descriminado desta maneira.

Bom, voltando ao ponto: a tal da discussão é, o que, digamos, dá uma certa relevância à série, o que impede de ser só mais um gibi de heróis.

Ok, dá para questionar, mas não vamos fugir do tema.

Pois bem, X-men: Primeira Classe tem somente dois personagens negros e o que acontece com os únicos representantes de minoria racial no filme?

O primeiro, tão relevante quanto um apoio de porta, morre na metade do filme e a outra troca de lado tão rápido quanto troca de calcinha. Edificante, não?

Mensagem antipreconconceito? Fail!

Ok, e paramos por aqui

Xavier.... manda... eu... parar...


E, bom, vamos encerrar por hoje, ok? Ainda tem muito mais coisas que eu não falei, como o plano absurdamente idiota de Xavier para fazer Destrutor aprender a focar suas rajadas “vou ficar do lado do manequim, se você errar, me mata”, como assim? Pra que arriscar sua vida à toa? Para salvar alguém? Pela causa mutante? Não, para ensinar um idiota a atirar direito! Ok, ok, oqueeeei.

Tem a cena do capanga capenga de vilão querendo derrubar Magneto do jato, sendo que o mesmo estava levitando o submarino que estava com o reator nuclear aberto.

…Não passou pela cabeça dele que se o submarino cai todo mundo morre? Tem a Mística assumindo a forma do Sebastian Shaw com o elmo sendo que ela NÃO TINHA visto ele com o capacetinho ridículo, logo não tinha como assumir aquela forma, tem a Rainha Branca presa sei lá quanto tempo, sendo que ela podia fugir facilmente usando ou os poderes mentais, ou o corpo de diamante, tem tanta, mas tanta coisa que sinceramente, me falta saco para escrever.

Acho X-men: Primeira Classe um filme ruim? Sim, sem dúvida. O que não é pecado, filmes ruins são feitos de baciada por aí e pelo que me consta nenhum golfinho morre por causa deles, o problema é apenas a crítica unânime em enaltecer qualidades que o roteiro do filme simplesmente não tem.

Não acho que cada filme deva ser uma peça de Berthold Bretch ou uma maratona Ingmar Bergman, só peço que não seja preguiçoso, todos os pontos que apontei acima, são coisas que um pouquinho mais de esforço, mas pouquinho mesmo, resolvem facilmente, diálogos toscos e simplórios retirados e colocados apenas duas, três linhas de texto realmente relevantes no lugar, resolvem.

Entretenimento? Sim, perfeito, só não subestimem o público, façam valer meu ingresso sem necessariamente me chamar de idiota.

Senão, vou ter que ser obrigado a ver filmes apenas nesta tal dimensão paralela que falei no começo.

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Categorias:Entretenimento
  1. Marco
    31/10/2011 às 12:43

    hahahahahahha
    Muito bom.
    Desculpem aqueles que gostaram do filme, eu entendo que cada um tem um gosto diferente, blalablbablabla, mas não venham nos convencer que o filme é inteligente.
    Concordo com tudo o que o Fábio falou. Esse

  2. 31/10/2011 às 23:15

    Halelúia!
    Fábio, eu i o mesmo filme que tu.

  3. 01/11/2011 às 18:03

    Cara, eu não vi esse filme ainda e peguei nojo já. Essas incoerências acontecem porque o filme tem que ser babaquinha pro povo lotar o cinema. Até parece que não tinha ninguém capaz de fazer um roteiro decente pra esse tema.

    • 02/11/2011 às 02:34

      Rafael, vi seu comentário no meu blog e vim ler a resenha do seu amigo.
      heheheehh X-men Primeira Classe nao vingou.

      Que pena, ne?
      Gente, adorei o blog. Adorei o intercambio online.

      beijos e mantenhamos contato

      • 02/11/2011 às 16:10

        Bem vinda.
        O pior é que esse filme vingou para um monte de gente e para a crítica. Ou seja, alguns de nós vive em um mundo paralelo mesmo, onde este filme é um zica de tão ruim. Como disse o Fábio, isso não é defeito. Existem muitos filmes ruins que estão por aí, muitos deles até divertidos, dependendo de como vemos e do que esperamos deles. O problema são os argumentos em torno de “nossa, que filme inteligente”, ou “que roteiro bem feito”, ou até “nossa, esse é o Cavaleiro das Trevas da Marvel”.

  4. Jacques
    02/11/2011 às 19:31

    Assisti a este filme pouco tempo atrás e achei divertido, só isso.
    Acho que o que aconteceu com ele foi o “fator fama”: algum crítico de cinema (diretores fracassados, a grande maioria) famoso adorou e, muito pseudo intelectual de plantão (pra não ser enxovalhado pelos demais pseudo intelectuais) passou a babar em cima dele.
    Rafael, se tu não assistiu ainda pode assistir, que é diversão descompromissada e nada mais.

    • 02/11/2011 às 21:06

      Essa é a melhor definição. Eu não gostei, mas talvez porque esperava demais dele, diante de uma expectativa equivocada de minha parte (também não é motivo para ódios, afinal é só um filme). Mas, como vários outros filmes ruins, pode ser considerado divertido e apenas isso, caso seja observado sem olhos muito críticos. Também é um bom filme para rir dos furos do roteiro apontados pelo Fábio.

  5. 03/11/2011 às 11:38

    Valew pelo coments no meu blog. Esse filme do X-Men criou expectativas que resultou em decepção, o fera meu personagem favorito nunca mais será o mesmo para mim.
    Que merda!
    Ótimo resumão do filme tenho que concordar em muitas coisas.
    Pena que os diretores de cinema não lêem blogs como os nossos.

  6. 03/11/2011 às 13:11

    De fato criamos expectativas que acabam frustradas em meio a tantas sequências. Eu particularmente não gosto desses filmes que contam ‘ a história antes da história’; há sempre furos absurdos e difíceis de serem tragados.

  7. Fábio Ochôa
    03/11/2011 às 15:40

    Pois é e sempre acaba ficando tão mercadológico…

  8. elviracarvalho
    13/11/2011 às 12:19

    Eu não vi o filme, e a julgar pela resenha de uma coisa tenho a certeza. Não vou perder meu tempo.
    Um abraço e bom Domingo

  9. 13/11/2011 às 12:22

    Eu ainda não vi o filme,mas quando vi o meu marido baixando pela net,quando vi a capa,retruquei: Ixi,esse daí deve ser tosco! E ele ficou indignado! Agora lendo a sua resenha amigo…fiquei com vontade de ver só para rir um pouco! Você tem a mesma mania que eu! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!! Tem cada coisa que a gente acha nos filmes!

  10. 13/11/2011 às 21:59

    Olha, confesso que assisti a esse filme e gostei. Na verdade, fui pensando que iria assistir só a mais um filme de heróis, com explosões, efeitos especiais e tal.
    Mas depois de ler essa crítica, (que apesar de engraçadíssima, diz a verdade) acho mesmo que o roteiro foi muito mal feito.
    Mas sabe que valeu muito apena ver esse filme? Só por isso me diverti a beça nesse jogo de “aponte o erro(óbvio)” que você escreveu aqui, hehe.

    Ficou muito legal! Abraço e bom feriado.

  11. Fábio Ochôa
    14/11/2011 às 12:48

    Uma coisa tenho que admitir, Angelus, caçar erros é uma maneira boa de conseguir se divertir vendo filmes que você não gosta.
    Até por isso, deixo aqui aberto o convite para quem quiser fazer o jogo do “aponte o erro (óbvio)” de outros filmes, sinta-se livre para publicar aqui.

    Um abraço e bom feriadão.

  12. Silas
    17/11/2011 às 16:54

    Cara, nem tinha reparado em tanta incoerência (com excessão do fato de o Xavier ficar paraplégico muuuito cedo, ele aparece andando bem mais velho em outros filmes). Aliás, as coisas que o Xavier faz neste filme realmente não fazem muito sentido mesmo, ponto pro Erik “vou me vingar de todo mundo” Magneto.
    E, pensando nisso, com tanto mutante com poder de cura por aí, pq eu vou ficar parapéglico mesmo?

  13. Pablo
    03/02/2012 às 20:37

    Bah, acertei por nem ter o trabalho de pensar em ver hehehehe….

  14. Passolargo
    10/02/2012 às 23:36

    Creio que a pior foi a dos sapatos do fera…. Jesus…

  15. Fábio
    20/01/2013 às 22:45

    Só vi o filme hoje. Vou comentar os tópicos na ordem que aparecem no texto:
    1) Ele não colabora com o vilão, ele é preso e torturado mesmo. Mostra em flashbacks depois.
    2) Não vira irmã, vira amiga. Considerando a família ausente e o poder de mudar de forma dela ninguém ia achar estranho ele ter amigos. Além disso, poderes mentais. E de onde ela veio? Bom, tem o fator ambiental em relação as mutações, o que fez o Xavier ser um mutante pode ter feito outra pessoa na região também ser e faz sentido a pobre miseravel ir invadindo as casas dos ricos da região para roubar comida.
    3) Ainda não era realmente psicopata e o Xavier era um inocente que achou que podia ajudar.
    4) Pessoas fazem muita merda por defeitos bem menores que pés deformados.
    5) Nem todos aceitaram e na real naquele tempo não era muito sábio recusar “convites” do governo.
    6) No filme a radiação causava o aumentos dos mutantes, a guerra ia exterminar uma grande parte da humanidade e gerar um monte de mutantes novos.
    7) Quem disse que foi só uma festa?
    8) A que troca de lado não é lá muito negra não e o outro tem uma morte heroica.

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