Início > Entretenimento > Apollo 18

Apollo 18

Faz um tempo que meu amigo Rudi, da locadora Hobby Video, me recomendou o filme Apollo 18. Eu sou muito fã de filmes que envolvam mistérios extraterrestres e estava muito ansioso depois da propaganda que fizeram desse filme. Não sei se pelo fato de ter sido E.T. – O Extraterrestre o primeiro filme que vi no cinema, ou pelo fato de ter avistado um OVNI aqui em Pelotas, em novembro de 1997.

Apollo 18 não tem ainda em DVD e, como comprei um aparelho de Blu Ray, resolvi estreá-lo com esse filme. Bom, não foi uma boa ideia, já que o filme é como se fosse retrô, filmado em Super-8. Apesar disso, valeu muito a pena!

O filme conta a história por trás de uma série de documentos e filmagens, supostamente reais, que podem ser acessadas no site lunartruth.com, sobre a 18ª missão Apollo, da NASA, à Lua. Esse site é muito interessante, mostra documentos, relatos de astronautas, telegramas, fotos, comunicação entre a inteligência do governo dos EUA e da antiga URSS.

Em Apollo 18, fica claro – ou não – o porquê de a NASA ter abandonado o programa de exploração da Lua. O filme é muito bom, tenso, simples, mas muito apreensivo.

Em 1995, quando quase ninguém tinha Internet (pelo menos aqui em Pelotas), eu pesquisei, com acesso pela conta de um tio meu professora da UFPel, via RNP e em BBSs aqui do Rio Grande do Sul, material sobre as missões Apollo 11 e 12. Descobri um monte de documentos, textos e gravação de áudio de conversas entre os astronautas e a base na NASA. Achei o material incrível, mas um áudio em especial era o meu preferido, pois mostrava os astronautas da Apollo 11 conversando com Huston sobre um objeto não identificado que acompanhava a nave que eles tripulavam.

Nesse ano eu fiz uma palestra sobre o assunto no colégio, concluindo que o melhor lugar para alienígenas estabelecerem uma base para nos estudar seria no lado escuro da lua, já que nunca vira para a Terra, servindo de esconderijo perfeito, por sua proximidade de nosso planeta.

Enfim, Apollo 18 mostra uma história baseada em intrigas, em meio à Guerra Fria, na briga espacial entre EUA e URSS, onde astronautas de uma missão secreta, nunca revelada à sociedade civil, exploram a Lua e lá encontram algo inesperado: não uma cidade alienígena, mas algo bem mais simples e intrigante, capaz de fazer os governos da Terra desistirem da luta por sua exploração.

Trailer do filme:

Anúncios
  1. Edilson Barros
    06/07/2012 às 16:48

    Vem cá, ninguém enjoou destes tipos de filme? Conspiradores também acham que o Elvis não morreu, assim como também não acreditam que o homem não pisou na lua.. Além da falta de criatividade ao produzir um filme que segue as mesmas linhas de Bruxa de Blair, Atividade Paranormal, etc., os caras ainda tem a brilhante idéia de <… editado por ser spoil…>? Não podia ser em forma de dragão? Acho que iria ficar mais verossímel!

    Outra coisa, o cara vai pra Lua e em vez de levar uma lanterna decente, leva um pisca-pisca??? Tá de sacanagem com minha cara né? Alguem pode me explicar como o astronauta consegue correr tanto sem gravidade??? E o espertalhão ainda tira onda com os Russos pois no final, quando o cara pergunta se ele sabia pilotar a nave Russa ele solta: “Claro que ele consegue. É Russo, até uma cadela chamada Laika conseguiria.”

    E ainda queriam convencer que o filme é um documentário real, se fosse, como é que conseguiram recuperar as fitas? Elas vieram flutuando de volta para a Terra?
    Minha teoria é que <… editado por ser spoil…> com os astronautas, isso sim!

    http://www.casa-das-ideias.blogspot.com

    • 06/07/2012 às 18:41

      Obrigado pela participação, Edilson, mas vou defender minha apreciação pelo filme:

      Filmes de conspiração são legais, pois intrigantes. Não espera-se assistir Apollo 18 e sair acreditando no que aconteceu no filme, mas é uma ficção baseada em uma história distorcida e, isso sim, é uma temática interessante. Bruxa de Blair e Atividade Paranormal são o que chamo de “filme de dar sustos”, que nao precisam de história, basta dar “cagaços” nas pessoas.

      Vamos ao “pisca-pisca”: O ano é 1974. Nas missões Apollo, os astronautas faziam um regime para ter exatamente o peso calculado para ser lançado ao espaço. Tudo era minimamente calculado e não havia espaço para mais nada além do calculado. Ademais, eles pousariam no lado “claro” da lua, logo, por que levar lanterna? Ainda, o “pisca-pisca” era uma máquina fotográfica. Ele usou o flash para olhar pra dentro da cratera.

      Concordo contigo sobre o fato de eles tirarem onda com os Russos. Em TODOS, exatamente TODOS os filmes estadosunidenses há menosprezo a outors povos, paízes e culturas, não ia ser diferente nesse. Porém, eles trollam a si mesmos, pois o nome da cadela é tão “difícil para americano falar”, que eles têm que chamá-la de Laika. O nome em russo é Kudriavka. Laika é sua raça, em russo.

      Por fim, não acho que convencem ninguém (ou quase ninguém) que o filme é verdadeiro. No início do filme eles dizem que é baseado no fato e não que as filmagens são as reais. Como disseste, não tem como as fitas virem voando da Lua. O filme é de ficção, baseado num fato não real, mas encaixado na história, o que o torna divertido de ver.

      Em teu blog vi que achaste Um Novo Despertar uma “ficção angustiante e ao mesmo tempo otimista”. Acho muito menos provável que as pessoas acreditem que uma mulher que se separou do marido por estar com depressão, volte a gostar dele depois de saber que ele fala (e segue os conselhos) de um fantoche, do que acreditar em missões misteriosas ao espaço, que ninguém sabe como terminou.

      Valeu a participação, eu curti o filme e recomendo!

      PS.: Eu editei teu comentário, pois tomei o cuidado de não colocar nenhum spoil no meu texto, ok? Não me leves a mal, mas acho melhor que as pessoas tirem suas próprias conclusões.

  2. 10/07/2012 às 08:51

    Em tempo: esqueci de comentar. Na Lua tem, sim, gravidade, viu?

  3. opipoqueiro
    10/07/2012 às 18:50

    Rafael, a premissa é realmente bem interessante. Não foi a toa que me motivei a ver o filme no cinema. O problema é a realização, e o fato de serem “imagens recuperadas” não desculpa os vários erros de continuidade e demais problemas que aparecem ao longa da exibição. O problema não é o formato, mas o conteúdo.
    Abraço!

  1. No trackbacks yet.

O que você achou?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: